Eu não sei dizer nada por dizer


Primeiras palavras...

Nossa... demorou, mas eu fiz meu "blog". Fui incentivado, direta ou indiretamente por um amigo, o Ivan de São Vicente. Escolhi este nome por que é exatamente o que eu penso. Quem conhece música brasileira, sabe de onde tirei este título. Nossa... tenho tanto pra escrever, mas não sei por onde começar. Muitos assunto estão a ferventar a alma. Estou pensando no tempo, no amor, na posse, em amigos... Sem falar da História, qualquer história, como eu gosto da história. Ela é mágica, tão real... tão viva... Mas nem todos querem ver... E o amor? ah... o amor... que falar dele... Me lembro das palavras de Gibran Khalil Gibran, em O Profeta: "O amor do mesmo modo que lhe glorifica, lhe açoita" Sábias palavras, mas deixemos o amor pra mais tarde... Agora... o tempo... Uma coisa é certa, ele não existe, não há tempo, mas logo logo iremos degladiar com ele. O que realmente me incomodou por esses dias foi a posse... Tudo queresmo possuir, ter, pegar... roubar... subtrair... Fazemos isso muitas vezes e nem percebemos. A posse quase sempre é confundida com o amor. Mário Quintana disse que não deveríamos correr atráz das borboletas, mas cuidar do nosso jardim,  e que se assim fosse, as borboletas apareceriam, isso é muito real, mas quantas vezes ao olhar o jardim do coração alheio, não o queremos pra nós? Como crianças agimos... Me lembro do pessegueiro que tinha perto de minha casa na infância. Todos pegavam os pessegos verdes... não me lembro de ter comido um maduro que seja... O pensamento era o seguinte: "Vou pegar aquele, antes que outro pegue". Muitos agem assim na vida, as vezes durante toda a vida... nunca comem pessegos doces...



Escrito por Leandro Piazzon às 19h23
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